Manancial
Marcados pelo sangue
A última das dez pragas que Deus enviou ao Egito foi a morte dos primogênitos. Depois dela, os israelitas foram libertos. No dia em que a praga chegou, Deus instituiu entre o seu povo uma cerimônia: um cordeiro ou cabrito de um ano e sem defeitos deveria ser morto, assado e comido. O sangue do animal deveria manchar as molduras das portas deles, e, desse modo, o anjo da morte passaria por cima de suas casas, sem lhes fazer mal.
Quase 15 séculos depois, a mesma história recebeu seu significado completo. Jesus, como um cordeiro sem mancha, sem pecado, se entregou e foi morto. Seu sangue passou a marcar a vida dos seus discípulos. Para nós, não há mais escravidão do pecado, não há mais morte espiritual, pois, ao nos olhar, Deus vê o sangue de seu Filho, que foi morto, mas reviveu.
Nesta Páscoa, permita que Cristo marque sua vida com seu precioso sangue, tornando-o perdoado e livre. Que a lembrança da morte e ressurreição do Cordeiro de Deus encha você de esperança de um dia ressuscitar com ele.
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